Morro de São Paulo: Restaurantes – parte 2

Dia 4: Enfim, almoço e um pequeno lanche a noite
No quarto dia, no Morro de São Paulo, fomos fazer o passeio da Trilha a Garapuá que tem aproximadamente 8km. Quando chegamos em Garapuá, o guia já falou para gente escolher logo o que gostaríamos de almoçar para que pudéssemos ficar livres aproveitando a Praia.

Neste dia, eu queria algo simples: um peixe frito e batata seria ótimo. Mas o ruim de ir em baixa estação, ainda mais numa praia quase deserta, é que o restaurante não tinha bons peixes para serem fritos. Então, acabamos escolhendo a Lagosta com batatas. E essa opção se mostrou muito melhor.

Lagosta desfiada com batata.

Lagosta desfiada com batata.

O prato estava maravilhoso, quando chegou eu nem acreditei que era aquilo que eu tinha pedido. Fora que a atendente perguntou que horas gostaríamos de almoçar e chegou no exato horário marcado. Nossa conta deu R$103,00 prato muito bem servido com acompanhamento de salada, arroz, feijão e farofa para 2 e mais algumas cervejas.

Aluguel de carro

A noite ainda estávamos bem satisfeitos do almoço, então resolvemos comer algo leve. Acabamos sentando do “Oh la la!”, eles servem crepes. Cada um pediu um crepe diferente e depois dividimos um doce. Os crepes salgados estavam gostosos, mas nada de extraordinário. Mas o doce estava excelente. Achei que valeu a pena considerando como lanche e não jantar. O valor final foi de R$ 52,80, mas foi o único lugar que comemos sobremesa.

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Dia 5: Restaurante em Boipeba e Jantar na Vila

No quinto dia, almoçamos cedo porque foi o dia do passeio que choveu e quase tudo deu errado. Então, como a chuva fez com que nós encaminhássemos cedo para a Ilha de Boipeba conseguimos almoçar e jantar de verdade.

Restaurante Anália

Restaurante Anália. Fonte: Blog da Moderna

No almoço, fomos direcionados ao primeiro dos três restaurantes que tem na Ilha de Boipeba. Como dissemos, os barqueiros indicam diferentes restaurantes em cada passeio para que todos consigam manter seu serviço. Neste dia, pedimos o tão esperado peixe frito com fritas. As fritas não estavam incluídas no prato, mas o garçom trocou a salada por elas sem custo adicional. O total deu R$ 95,00. E achamos bom.

Na continuação do passeio, paramos no criatório de ostras. O prato com 6 ostras gratinadas com queijo e orégano foi R$ 12,00. A conta final com 2 refrigerantes e uma única ostra crua para eu provar foi de R$ 16,50. Eles tem a opção de prato com doze ostras cruas, o valor é bem próximo da ostras gratinadas.

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A noite, jantamos no Restaurante – Ponto G, que tem como especialidade a comida italiana. Eu já queria comer um pouco de carne vermelha e acabamos pedindo a Parmeggiana de carne vermelha com batata. Estava muito gostosa. Fiquei tentada a voltar nesse restaurante no último dia de jantar na Vila. O valor total da conta foi de R$ 64,40 com 1 água com gás e 1 jarra de suco.

Filé a Parmeggiana com batatas.

Filé a Parmeggiana com batatas.

Dia 6: Almoço e lanche noturno na Vila
Neste dia, acabamos tomando café mais tarde e enrolando um pouco porque na parte da manhã estava caindo uma chuvinha. Quando saímos ficamos apreciando os pontos turísticos do Morro de São Paulo. Por esse motivo, acabamos almoçando tarde, quase as 16 horas. Eu queria almoçar comida japonesa na Segunda Praia, mas descobrimos que o Restaurante Japonês só funciona a noite. Então, acabamos parando no Pedra sobre Pedra, uma espécie de lanchonete perto do Mirante que também tinha algumas opões de comidas. Nós escolhemos o escondidinho de camarão acompanhado de arroz. Achamos que pelo preço estava muito bom. O valor total foi de R$ 59,40 com 2 cervejas.

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A noite, chegamos a conclusão que não podíamos sair do Morro de São Paulo sem comer acarajé. Como previmos, não teríamos tempo para passear em Salvador, então, comer no Morro era nossa opção. Então, o marido comeu o acarajé e empanada e eu provei apenas as empanadas. Segundo a dona da barraquinha, que era argentina, ela já estava no Morro há 8 anos fazendo empanada e vimos muitas pessoas comendo. Minha empanada estava bem gostosa, mas não chegou perto das que comemos na Argentina. E o acarajé estava um legitimo baiano, com muita pimenta. O marido que come pimenta quase desistiu, eu, com certeza, não conseguiria comer. Acho que foi o lanche mais barato: a média de valores de empanadas é R$ 5,00 e o acarajé foi R$ 6,00.

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Viagem realizada em Julho de 2013.

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Tatiane Dias

Tatiane Dias

A cada dia me desapego mais e mais de bens materiais. A vida nos mostra que mais importante que ter é viver. Por isso, cada brecha que temos já começo a pensar em algum lugar pra ir seja no Rio ou fora dele.

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